“Eu nunca desanimei, até quando eu fiquei fora de algumas convocações.
Sempre procurei trabalhar para que, na hora em que aparecesse a
oportunidade, eu estivesse bem fisicamente e tecnicamente. Estamos
montando uma equipe forte, também tinha a motivação de nossos
companheiros e, graças a Deus, chegou o momento. Isso me dá ainda mais
confiança para jogar”, falou.
Wendel protagonizou um belo lance no confronto diante dos campineiros. O
camisa 13 deu um chapéu no adversário e brincou sobre essa situação
durante a conversa com os jornalistas. “É igual a um gol, vou botar em
meu DVD. Não pode passar batido, vou fazer de novo”, prometeu o volante,
que comentou sobre nunca ter marcado um gol com a camisa alviverde.
“Tenho de aproveitar este momento, igual ao Leandro. Todas as bolas que
ele está chutando, estão entrando. Vamos chutar, aproveitar. Não fiz
gols, mas dei muitas assistências. Quando eu entro em campo, eu quero
fazer gols. Quando eu fizer um, me segura. Mas sempre entro pensando na
vitória do time, esse é o meu principal objetivo. Vou chutar para o gol,
a sorte só acompanha quem arrisca”, afirmou o jogador, que possui 156
jogos pelo clube.
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segunda-feira, 8 de abril de 2013
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013
Palmeiras volta à Libertadores após 3 anos com apenas quatro remanescentes
Em 2009, o Palmeiras de Marcos, Diego Souza e Keirrison entrava na Copa Libertadores como um dos candidatos ao título continental. Após três anos de ausência, o clube voltará à competição continental com um panorama bem diferente. Rebaixado, com um grupo ainda em construção, o clube traz consigo apenas quatro remanescentes da última edição, nenhum deles em alta com a torcida.
Do grupo que suou para avançar na fase de grupos e terminaria caindo nas quartas diante do Nacional, sobraram apenas Mauricio Ramos, Souza, Wendel e Bruno. Hoje, apenas o primeiro tem status de titular de Gilson Kleina.
segunda-feira, 14 de janeiro de 2013
‘O torcedor pedia para que eu voltasse’, conta Wendel
“Durante este período em que eu estive emprestado, o torcedor pedia para que eu voltasse para o Palmeiras. O meu futebol é o de sempre, sou um jogador versátil. O treinador já conversou comigo, posso jogar como volante e lateral- direito. Vou jogar com bastante vontade, ajudando na parte defensiva e ofensiva. É um Wendel com muita vontade, mais qualidade e a satisfação e alegria de estar no Palmeiras novamente. É como se eu estivesse subindo para o profissional agora”, falou o volante.
“Eu volto com confiança e isso faz com que eu produza melhor. É a alegria de ser relembrado e da confiança do treinador, que quis o meu retorno. Agradeço ao professor Kleina, que me levou para a Ponte Preta e me deu a chance de fazer um bom trabalho. É uma alegria estar aqui novamente.”
Wendel atua como lateral-direito, porém também pode ser aproveitado como volante, sua posição de origem e que conta com muitos concorrentes no elenco. Segundo o jogador, a ‘disputa’ por uma vaga entre os onze titulares fará com que todos evoluam como atletas. “Vai ser uma ‘briga’ sadia e quem ganha com isso é o Palmeiras. São volantes de qualidade. Eu tenho a característica de marcação, os outros saem mais para o jogo. Isso vai fazer com que a gente cresça ainda mais profissionalmente.”
FONTE SITE DO PALMEIRAS
Wendel diz sobre Valdivia: 'Ele estava querendo muito'
- Não há explicação (para o que acontece com Valdivia). Quando ele jogou em 2008 ele foi muito bem, mas saiu para o exterior e não sabemos o que aconteceu no aspecto físico, técnico, além dos problemas de lesão. Para mim, é craque - disse, em entrevista coletiva.
- Espero que este ano ele volte, pois está querendo muito. Conversamos muito e a conversa está muito positiva para este ano. Ele está bem preparado, vai fazer boa temporada como fez em 2008. Espero que este ano ele faça o melhor e peço ao torcedor que incentive - completou o volante, pedindo apoio dos torcedores ao camisa 10.
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quarta-feira, 2 de janeiro de 2013
Souza e Wendel se reúnem com Kleina por planos
– Saí desvalorizado do Palmeiras e agora volto valorizado. Tenho de me dedicar muito dentro de campo, porque precisamos de um Palmeiras muito bem em 2013 – disse o volante ao LANCE!Net.
Assim como o Sarará (apelido dado por Vanderlei Luxemburgo), Wendel também foi revelado no Palestra Itália. Foi campeão paulista em 2008 com Luxa e, nos anos seguintes passou por Goiás, Atlético-PR e Grêmio Barueri.
– Sou um exemplo de jogador que lutou bastante para conseguir espaço. Eu cheguei em 2003 e só fui me firmar como titular em 2006, que foi a minha estreia. Sou um exemplo de perseverança, tranquilidade e de bom trabalho – disse, aos 31 anos.
Souza e Wendel são dois jogadores polivalentes. O primeiro começou como volante, mas brilhou como meia no último Brasileiro e chamou a atenção de Kleina. O segundo também é volante de origem, mas terminou o ano na lateral da Macaca.
No início de dezembro, os dois jogadores estiveram na Academia e conversaram com o treinador.
– Ele passou confiança para mim, então ficarei muito feliz em trabalhar com ele – completou Souza.
– Ele me perguntou: “Está preparado para correr comigo?”. Eu falei: “Aí, professor, você me levou para a Ponte Preta e, com certeza, vai ser da mesma forma” – finalizou Wendel.
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domingo, 23 de dezembro de 2012
Wendel diz que foi 'desrespeitado' por Felipão
"Eu me senti injustiçado, desrespeitado, menosprezado", desabafou Wendel, que
tem contrato até o fim de 2013 e, agora, deve cumpri-lo no clube. "Lamento
porque queria poder trabalhar com o Felipão, um treinador que sempre vi na
televisão e por quem sempre torci. E fiquei muito triste porque tinha uma
história no Palmeiras e não fui respeitado, ele não me deu oportunidade",
afirmou o volante.
segunda-feira, 17 de dezembro de 2012
Experiente na Série B, Wendel se acha modelo para quem deixa Verdão
“Sempre fui um profissional tranquilo que procurou fazer um bom trabalho. Posso muito bem conversar com eles para passar essa experiência. Sou um prata da casa que serve como espelho para eles seguirem”, prosseguiu, falando para nomes como os goleiros Pregorari e Carlos, os laterais Fabinho Capixaba, Luis Felipe e Gerley, o zagueiro Wellington, o volante Tinga, o meia Patrik e os atacantes Daniel Lovinho e Tadeu.
sexta-feira, 7 de dezembro de 2012
Palmeiras poderia ter me reintegrado e não ser rebaixado, diz Wendel
Enquanto defendia Barueri e Ponte Preta por empréstimo, Wendel acompanhava de longe a dificuldade do Palmeiras em lidar com desfalques, como consequência das escolhas de Luiz Felipe Scolari, que abriu mão do volante que segue vinculado ao Verdão. Com volta praticamente selada, o jogador acredita que poderia ter ajudado se tivesse ficado.
"O Palmeiras poderia ter me reintegrado e formado dois times competitivos. Assim, não perderia tantos pontos no Brasileiro e conseguiria vencer a Copa do Brasil, como conseguiu", opinou Wendel, que se irritou principalmente ao ver o banco do time incompleto em duelo contra o Botafogo pela Copa Sul-americana.
"Todos viram que faltaram jogadores. Na Sul-americana, o Palmeiras chegou a não ter o banco completo. Com as lesões, faltaram também jogadores com experiência e qualidade", analisou o volante, ciente de que Gilson Kleina nada pôde fazer para aumentar o elenco quando chegou, já com o segundo turno em curso.
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