Kleina, por sinal, adotou formação peculiar em função da saída do argentino e das lesões de Maikon Leite e ainda o recém-contratado Kleber. Já pela Copa Libertadores, na última quinta-feira (2 a 1 contra o Sporting Cristal-PER), esboçou um time praticamente sem atacantes e que se repetiria no clássico contra o Corinthians. Com Márcio Araújo e Vílson de volantes, Souza e Wesley na meia e Patrick Vieira, pela direita, e Vinícius, pela ponta esquerda.
A escalação, admitiu Tite, confundiu a defesa corintiana no clássico. "Essa formação sem centroavante nos tirou a referência, confundiu e dificultou a saída de bola", afirmou o treinador do Corinthians depois do empate. Por muitos momentos da partida, especialmente dos 30min do primeiro tempo aos 15min do segundo, a equipe palmeirense congestionou o meio e saiu em velocidade nos contragolpes.
"Optamos por manter essa formação de dois abertos, dos volantes que chegam, mas a gente não deixa de ser ofensivo", defendeu Kleina após o jogo em que o Corinthians teve a iniciativa, mas em que o Palmeiras também levou perigo em vários momentos. "A gente trabalha para ter um jogador dentro da área também", acrescentou enquanto aguarda por Kleber, ex-Porto, e eventualmente mais um centroavante para o elenco.
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